|
Escritores: Incerto
A organização nacional de Israel sofreu momentosa mudança. Nomeou-se um rei humano! Isto se deu enquanto Samuel servia como profeta de Deus em Israel. Embora Deus soubesse de antemão e predissesse essa mudança para a monarquia, segundo a exigência do povo de Israel, ainda assim, foi um golpe atordoador para Samuel. Devotado ao serviço de Deus desde seu nascimento e estando cheio de reconhecimento reverente da realeza de Jeová, Samuel previu os resultados desastrosos para os co-membros daquela nação santa de Deus. Foi só sob a orientação de Deus que Samuel cedeu às exigências deles. “Samuel falou então ao povo sobre a prerrogativa legítima do reinado, e escreveu-a num livro e depositou-o perante Deus.” (1 Sam. 10:25) Assim terminou a época dos juízes, e começou a época dos reis humanos que veria Israel subir a um poder e prestígio sem precedentes, só para finalmente cair na desonra e ser divorciado do favor de Deus. Os dois livros de Samuel eram originalmente um só
rolo ou volume. Fez-se a divisão de Samuel em dois livros quando
se publicou esta parte da Septuaginta grega. Na Septuaginta, Primeiro Samuel
foi chamado Primeiros Reinados. Esta divisão e o nome Primeiro Reis
foram adotados pela Vulgata latina e continuam até hoje em Bíblias
católicas. Que Primeiro e Segundo Samuel formavam originalmente
um só livro, demonstra-se pela nota massorética sobre 1 Samuel
18:24, que declara que este versículo se acha na metade do livro
de Samuel.
Todavia, há provas ainda mais fortes da inspiração
e da autenticidade desse livro. Contém o notável cumprimento
da profecia de Deus de que Israel pediria um rei. (Deut. 17:14; 1 Sam.
8:5) Anos mais tarde, Oséias confirmou isso, citando as palavras
de Deus: “Passei a dar-te um rei na minha ira e o tirarei na minha fúria.”
(Osé. 13:11) Pedro mostrou que Samuel era inspirado ao identificar
a Samuel como o profeta que havia ‘declarado distintamente os dias’ de
Jesus. (Atos 3:24) Paulo se referia a 1 Samuel 13:14, quando contou brevemente
a história de Israel. (Atos 13:20-22) O próprio Jesus atestou
a autenticidade do relato, ao perguntar aos fariseus dos seus dias: “Não
lestes o que Davi fez quando ele e seus homens ficaram com fome?” Passou
então a relatar que Davi pediu o pão da proposição.
(Mat. 12:1-4; 1 Sam. 21:1-6) Esdras também aceitou o relato como
sendo genuíno, conforme já mencionado. 1 Crô.
29:29.
CONTEÚDO DE PRIMEIRO SAMUEL O livro abrange, em parte ou no todo, a vida de quatro líderes de Israel: Eli, o sumo sacerdote; Samuel, o profeta; Saul, o primeiro rei; e Davi, que foi ungido para ser o próximo rei. A judicatura de Eli e o jovem Samuel (1 Samuel
1:1-4:22). No início da narrativa, somos apresentados a
Ana, esposa favorita de Elcana, um levita. Ela não tem filhos e
é desprezada por isso pela outra esposa de Elcana, Penina. Enquanto
a família faz uma das suas visitas anuais a Silo, onde se acha a
arca do pacto de Deus, Ana ora fervorosamente a Deus para que lhe dê
um filho. Ela promete que, se sua oração for atendida, devotará
o filho ao serviço de Deus. Deus atende a sua oração,
e ela dá à luz um filho, Samuel. Logo que é desmamado,
ela o leva à casa de Deus e o coloca sob os cuidados do sumo sacerdote
Eli, como alguém ‘emprestado a Deus’. (1:28) Ana se expressa, então,
em jubilante oração de agradecimentos e de felicidade. O
menino se torna “ministro de Deus perante Eli, o sacerdote”. 2:11.
Samuel julga Israel (5:1-7:17). Agora
os filisteus também têm de aprender, para a sua grande tristeza,
que a arca de Deus não deve ser usada como amuleto. Quando levam
a Arca para dentro da casa de adoração de Dagom, em Asdode,
o deus deles cai estirado de bruços. No dia seguinte, Dagom cai
de novo estirado na soleira, desta vez com a cabeça e as palmas
de ambas as mãos decepadas. Com isto começa o costume supersticioso,
entre os filisteus, de ‘não pisar no limiar de Dagom’. (5:5) Os
filisteus mandam apressadamente a Arca para Gate, e daí para Ecrom,
mas tudo em vão! Sobrevêm tormentos em forma de pânico,
hemorróidas e uma praga de roedores. Os senhores do eixo dos filisteus,
em desespero final com o aumento do número de mortos, devolvem a
Israel a Arca num novo carro puxado por duas vacas que amamentam. Em Bete-Semes,
sobrevém calamidade sobre alguns dos israelitas, porque olham para
a Arca. (1 Sam. 6:19; Núm. 4:6, 20) Finalmente, a Arca descansa
na casa de Abinadabe, na cidade levítica de Quiriate-Jearim.
Saul, o primeiro rei de Israel (8:1-12:25).
Samuel
já está envelhecido no serviço de Deus, mas seus filhos
não andam nos caminhos de seu pai, pois aceitam subornos e pervertem
o julgamento. Neste tempo, os homens mais idosos de Israel vão ter
com Samuel com o seguinte pedido: “Designa-nos deveras um rei para nos
julgar, igual a todas as nações.” (8:5) Samuel, extremamente
perturbado, busca a Deus em oração. Deus responde: “Não
é a ti que rejeitaram, mas é a mim que rejeitaram como rei
sobre eles. . . . E agora escuta a sua voz.” (8:7-9) Primeiro, porém,
Samuel precisa adverti-los das conseqüências funestas de seu
pedido rebelde: arregimentação, pagamento de impostos, perda
da liberdade e, com o tempo, amargura e clamor a Deus. O povo, irredutível
nos seus desejos, exige um rei.
A desobediência de Saul (13:1-15:35).Ao
passo que os filisteus continuam a molestar a Israel, Jonatã, o
corajoso filho de Saul, derrota uma guarnição dos filisteus.
O inimigo, para vingar-se disto, envia um enorme exército, “como
os grãos de areia que há à beira do mar”, em tamanho,
e eles acampam em Micmás. A inquietação assola as
fileiras dos israelitas. ‘Se tão-somente Samuel viesse dar-nos a
orientação de Deus!’ Saul, impaciente de esperar por Samuel,
peca, oferecendo presunçosamente ele próprio o sacrifício
queimado. Samuel aparece de súbito. Rejeitando as pouco convincentes
desculpas de Saul, pronuncia o julgamento de Deus: “E agora teu reino não
durará. Deus certamente achará para si um homem que agrade
ao seu coração; e Deus o comissionará como líder
do seu povo, porque não guardaste o que Deus te ordenou.”
13:14.
Chega, então, o tempo de Deus executar o julgamento sobre os vis amalequitas. (Deut. 25:17-19) Devem ser totalmente exterminados. Nada deverá ser poupado, nem homem nem animal. Nenhum despojo deve ser tomado. Tudo tem de ser entregue à destruição. Entretanto, Saul, desobedecendo, poupa a Agague, rei dos amalequitas, e os melhores animais dentre os rebanhos e manadas, ostensivamente para os sacrificar a Deus. Isto desagrada tanto ao Deus de Israel que ele inspira Samuel a expressar uma segunda rejeição de Saul. Desconsiderando as desculpas de Saul que quer salvar as aparências, Samuel declara: “Tem Deus tanto agrado em ofertas queimadas e em sacrifícios como em que se obedeça à voz de Deus? Eis que obedecer é melhor do que um sacrifício . . . Visto que rejeitaste a palavra de Deus, ele concordemente rejeita que sejas rei.” (1 Sam. 15:22, 23) Saul estende então o braço para implorar clemência a Samuel e arranca a aba de sua túnica. Samuel lhe certifica que Deus arrancará igualmente o reino de Saul e o dará a um homem melhor. O próprio Samuel lança mão da espada, executa a Agague e vira as costas a Saul, para nunca mais o ver. A unção de Davi, sua bravura
(16:1-17:58). Deus conduz a seguir Samuel à casa de Jessé,
em Belém de Judá, para selecionar e ungir o futuro rei. Um
por um os filhos de Jessé são passados em revista, mas são
rejeitados. Deus faz lembrar a Samuel: “Não como o homem vê
é o modo de Deus ver, pois o mero homem vê o que aparece aos
olhos, mas quanto a Deus, ele vê o que o coração é.”
(16:7) Finalmente, Deus indica a sua aprovação de Davi, o
mais moço, descrito como sendo “ruivo, rapaz de belos olhos e bem-parecido”,
e Samuel o unge com óleo. (16:12) O Espírito de Deus vem
então sobre Davi, mas Saul desenvolve um espírito mau.
Saul persegue a Davi (18:1-27:12).
Em conseqüência da ação destemida de Davi a favor
do nome de Deus, apresenta-se-lhe uma amizade maravilhosa. É com
Jonatã, filho de Saul e herdeiro natural do reino. Jonatã
chega a “amá-lo como a sua própria alma”, de modo que os
dois fazem um pacto de amizade. (18:1-3) Enquanto se celebra a fama de
Davi em Israel, Saul, irado, procura matá-lo, mesmo lhe dando sua
filha Mical em casamento. A inimizade de Saul se torna cada vez mais insana,
de modo que Davi se vê forçado a fugir com a amorosa ajuda
de Jonatã. No momento da separação, os dois choram,
e Jonatã reafirma a sua lealdade a Davi, dizendo: “Mostre o próprio
Deus estar entre mim e ti, e entre a minha descendência e a tua descendência,
por tempo indefinido.” 20:42.
Davi, servo leal de Deus, trava então uma bem-sucedida guerrilha contra os filisteus. Entretanto, Saul continua a sua campanha total de capturar a Davi, convocando seus guerreiros e indo ao encalço dele “no ermo de En-Gedi”. (24:1) Mas Davi, o amado de Deus, consegue sempre manter-se um passo à frente de seus perseguidores. Em certa ocasião, Davi tem oportunidade de matar a Saul, mas ele se refreia e apenas corta a aba da túnica de Saul para lhe provar que lhe poupara a vida. Mesmo este gesto inofensivo faz o coração de Davi bater, pois sente que agiu contra o ungido de Deus. Que grande respeito pela organização de Deus! A narrativa mencione nesta altura a morte de Samuel (25:1), Davi pede a Nabal, de Maom de Judá, que o proveja de alimento em troca dos serviços prestados a seus pastores. Mas Nabal só ‘lança invectivas’ contra os homens de Davi, e Davi põe-se a caminho para puni-lo. (25:14) Compreendendo a gravidade da situação, Abigail, esposa de Nabal, leva secretamente provisões a Davi e aplaca-lhe a ira. Davi a abençoa pela sua iniciativa judiciosa e a envia de volta em paz. Quando Abigail informa Nabal sobre o sucedido, ele é atacado do coração, e dez dias mais tarde morre. Davi casa-se então com a bondosa e bela Abigail. Pela terceira vez, Saul persegue obstinadamente a Davi, e, mais uma vez, goza da misericórdia de Davi. “Um sono profundo da parte de Deus” cai sobre Saul e seus homens. Isto permite que Davi entre no acampamento e se apodere da lança de Saul, mas ele se refreia de estender a mão “contra o ungido de Deus”. (26:11, 12) Pela segunda vez Davi é forçado a buscar refúgio junto aos filisteus que lhe dão Ziclague como lugar de residência. De lá, ele continua as suas incursões contra outros inimigos de Israel. Fim suicida de Saul (28:1-31:13).
Os senhores do eixo dos filisteus se unem num exército combinado
e acampam em Suném. Em contrapartida, Saul posta-se junto ao monte
Gilboa. Num estado de grande agitação, Saul busca orientação
divina, mas não consegue obter nenhuma resposta de Deus. Se tão-somente
pudesse entrar em contato com Samuel! Saul se disfarça e parte para
ir consultar uma médium espírita, em En-Dor, por trás
das linhas dos filisteus, cometendo assim outro grave pecado. Encontrando-a,
roga-lhe que contate Samuel. Precipitado em tirar conclusões, Saul
presume que aquele que a médium faz aparecer seja o falecido Samuel.
Entretanto, “Samuel” não tem mensagem consoladora para o rei. No
dia seguinte, ele morrerá e, em conformidade com as palavras de
Deus, o reino lhe será tirado. No outro acampamento, os senhores
do eixo dos filisteus estão subindo ao combate. Vendo a Davi e seus
homens entre as fileiras deles, ficam com suspeitas e os mandam para casa.
Os homens de Davi voltam a Ziclague no momento exato! Um bando de invasores
amalequitas levou a família e as posses de Davi e de seus homens,
mas Davi e seus homens os perseguem, e tudo é recuperado sem nenhum
dano.
POR QUE É PROVEITOSO Que impressionante história contém Primeiro Samuel! Com honestidade notável em todos os pormenores, expõe tanto a fraqueza como a força de Israel. São mencionados aqui quatro líderes de Israel: dois seguiram a lei de Deus e dois não. Note-se como Eli e Saul fracassaram nos seus deveres: o primeiro negligenciou tomar ação e o segundo agiu presunçosamente. Por outro lado, Samuel e Davi mostraram amor pelo caminho de Deus desde a sua mocidade, e prosperaram em conseqüência disso. Que lições valiosas encontramos aqui para todos os ministros! Quão necessário é que estes sejam firmes, que velem pela pureza e pela ordem na congregação de Deus, que respeitem as providências tomadas nela, que sejam destemidos, calmos, corajosos, que tenham amor e consideração para com os outros! (2:23-25; 24:5, 7; 18:5, 14-16) É digno de nota também que os dois que foram bem-sucedidos tiveram a vantagem de uma boa formação teocrática desde a tenra infância, e, bem jovens ainda, falavam corajosamente a mensagem de Deus e se desincumbiam dos interesses que se lhes confiavam. (3:19; 17:33-37) Que todos os jovens adoradores de Deus hoje possam ser pequenos “Samuéis” e pequenos “Davis”! Dentre todas as palavras proveitosas deste livro, é preciso lembrar claramente as que Deus inspirou Samuel a proferir ao julgar Saul por este não “extinguir a menção de Amaleque debaixo dos céus”. (Deut. 25:19) A lição de que ‘a obediência é melhor que sacrifício’ é repetida em várias situações, em Oséias 6:6, Miquéias 6:6-8 e em Marcos 12:33. (1 Sam. 15:22) É essencial que tiremos proveito hoje deste relato inspirado, obedecendo plena e completamente à voz de Deus, nosso Senhor! A obediência em reconhecer a santidade do sangue é também trazida à nossa atenção, em 1 Samuel 14:32, 33. Comer carne sem que se tenha deixado escoar devidamente o sangue era considerado ‘pecar contra Deus’. Isto se aplica também à congregação cristã, segundo o que é dito claramente em Atos 15:28, 29. O que ressalta do livro de Primeiro Samuel é o lastimável erro de uma nação que chegou a considerar a dominação de Deus desde os céus como não sendo prática. (1 Sam. 8:5, 19, 20; 10:18, 19) As armadilhas e a futilidade da dominação humana são retratadas de modo descritivo e profético. (8:11-18; 12:1-17) No início, Saul revela ser homem modesto, que tinha o Espírito de Deus (9:21; 11:6), mas seu bom-senso se obscureceu e seu coração ficou amargo ao passo que diminuía seu amor pela justiça e sua fé em Deus. (14:24, 29, 44) Suas ações anteriores de zelo foram anuladas pelos seus atos posteriores de presunção, desobediência e infidelidade a Deus. (1 Sam. 13:9; 15:9; 28:7; Eze. 18:24) A sua falta de fé gerou insegurança, transformando-se em inveja, ódio e assassínio. (1 Sam. 18:9, 11; 20:33; 22:18, 19) Morreu assim como viveu, faltando com o dever para com seu Deus e para com seu povo, e constitui um aviso para qualquer indivíduo que venha a ser ‘obstinado’ como ele foi. 2 Ped. 2:10-12. No entanto, há o contraste com o bem. Por exemplo, note-se a conduta do fiel Samuel, que serviu Israel por toda a vida, sem usar de fraude, parcialidade ou favoritismo. (1 Sam. 12:3-5) Mostrava-se ansioso por obedecer desde a sua infância (3:5), era cortês e respeitoso (3:6-8), fidedigno no cumprimento de seus deveres (3:15), inabalável na sua dedicação e devoção (7:3-6; 12:2), disposto a ouvir (8:21), pronto a apoiar as decisões de Deus (10:24), firme no seu julgamento para com quem quer que fosse (13:13), firme na obediência (15:22), perseverante no cumprimento de incumbências (16:6, 11). Era também alguém que recebeu testemunho favorável dos de fora. (2:26; 9:6) Não somente deve o seu ministério na mocidade incentivar os jovens a empreender o ministério hoje em dia (2:11, 18), mas a sua perseverança nele, sem parar, até o fim de seus dias, deve reconfortar os desgastados pela idade. 7:15. Há, também, o notável exemplo
de Jonatã. Ele não manifestou rancor por ser Davi ungido
para ser rei do reino que ele poderia ter herdado. Ao contrário,
reconheceu as excelentes qualidades de Davi e fez um pacto de amizade com
ele. Similar companheirismo desinteresseiro pode ser grandemente edificante
e encorajador entre os que hoje servem fielmente a Deus. 23:16-18.
O amor de Davi por Deus é expresso de modo comovedor nos salmos que compôs enquanto perseguido no ermo por Saul, o “ungido de Deus” que caíra no pecado. (1 Sam. 24:6; Sal. 34:7, 8; 52:8; 57:1, 7, 9) E, com que sincero apreço, Davi santificou o nome de Deus, quando lançou o desafio ao escarnecedor Golias! “Eu chego a ti com o nome de Deus dos exércitos . . . No dia de hoje Deus te entregará na minha mão, . . . e pessoas de toda a terra saberão que existe um Deus que pertence a Israel. E toda esta congregação saberá que não é nem com espada nem com lança que Deus salva, porque a Deus pertence a batalha, e ele terá de entregar-vos na nossa mão.” (1 Sam. 17:45-47) Davi, o corajoso e leal “ungido de Deus”, magnificou a Deus como sendo Deus de toda a terra e a única Fonte real de salvação. (2 Sam. 22:51) Sigamos sempre este corajoso exemplo! O que nos informa o livro de Primeiro Samuel sobre o desenrolar
dos propósitos de Deus concernentes ao Reino? Ah! isto nos leva
ao verdadeiro ponto alto deste livro da Bíblia! Pois é aqui
que conhecemos a Davi, cujo nome significa, provavelmente, “Amado”. Davi
era amado de Deus e escolhido como o ‘homem que agradou ao seu coração’,
aquele que era apto para ser rei em Israel. (1 Sam. 13:14) Assim, o reino
passou para a tribo de Judá, em harmonia com a bênção
de Jacó, em Gênesis 49:9, 10, e a realeza havia de permanecer
na tribo de Judá, até que viesse o Governante, a quem pertence
a obediência de todos os povos.
|