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Escritor: Esdras (?)
Visto que Primeiro e Segundo Crônicas evidentemente eram originalmente um só livro, os argumentos apresentados no capítulo anterior, quanto ao fundo histórico, ao escritor, ao tempo da escrita, à canonicidade e à autenticidade, aplicam-se a ambos os livros. Segundo a evidência apresentada, Esdras completou Segundo Crônicas por volta de 460 a.C., provavelmente em Jerusalém. O objetivo de Esdras era preservar matérias históricas que corriam o perigo de ficar perdidas. A ajuda do Espírito Santo, conjugada com sua capacidade qual historiador de colher e selecionar pormenores, habilitou Esdras a produzir um registro exato e permanente. Preservou para o futuro aquilo que considerou ser fato histórico. O trabalho de Esdras foi muitíssimo oportuno, visto que era então necessário compilar também o conjunto inteiro dos escritos sagrados hebraicos que haviam sido registrados através dos séculos. Os judeus dos dias de Esdras tiraram grande proveito da crônica inspirada de Esdras. Foi escrita para a instrução deles e para incentivar a perseverança. Mediante o consolo das Escrituras, podiam ter esperança. Eles aceitaram o livro de Crônicas como parte do cânon da Bíblia. Sabiam que era fidedigno. Podiam conferi-lo com outros escritos inspirados e com numerosas histórias seculares citadas por Esdras. Embora permitissem que as histórias seculares não-inspiradas desaparecessem, preservaram cuidadosamente Crônicas. Os tradutores da Septuaginta incluíram Crônicas como parte da Bíblia hebraica. Jesus Cristo e os escritores das Escrituras Gregas Cristãs aceitaram-no como autêntico e inspirado. Jesus, sem dúvida, tinha em mente incidentes tais como o registrado em 2 Crônicas 24:21, quando denunciou Jerusalém como matadora e apedrejadora dos profetas e dos servos de Deus. (Mat. 23:35; 5:12; 2 Crô. 36:16) Quando Tiago mencionou Abraão como “amigo de Deus”, talvez se referisse à expressão de Esdras em 2 Crônicas 20:7. (Tia. 2:23) O livro contém também profecias que se cumpriram infalivelmente. 2 Crô. 20:17, 24; 21:14-19; 34:23-28; 36:17-20. A arqueologia também testifica a autenticidade de Segundo Crônicas. Escavações no local da antiga Babilônia desenterraram tabuinhas de argila, datadas do período do reinado de Nabucodonosor, uma das quais cita o nome “Yaukin, rei da terra de Yahud,” isto é, “Joaquim, o rei da terra de Judá”. Isto se harmoniza bem com o registro da Bíblia sobre Joaquim ser levado cativo a Babilônia no sétimo ano do reinado de Nabucodonosor. O registro de Segundo Crônicas narra eventos
em Judá desde o reinado de Salomão, até o decreto
de Ciro para a reconstrução da casa de Deus em Jerusalém.
Nesta história de 500 anos, o reino das dez tribos é mencionado
somente quando fica envolvido nos assuntos de Judá, e a destruição
daquele reino setentrional não é nem mesmo mencionada.
Por que se dá isso? Porque o sacerdote Esdras se preocupava primariamente
com a adoração de Deus em seu lugar legítimo, Sua
casa em Jerusalém, e com o reino da linhagem de Davi, com quem Deus
havia feito Seu pacto. Assim, é no reino meridional que Esdras concentra
sua atenção, em apoio à verdadeira adoração
e na expectativa do governante que viria de Judá. Gên.
49:10.
CONTEÚDO DE SEGUNDO CRÔNICAS - A glória do reinado de Salomão (2 Crônicas 1:1-9:31). No início de Segundo Crônicas, vemos Salomão, filho de Davi, crescer em força no reinado. Deus está com ele e continua ‘a fazê-lo extraordinariamente grande’. Quando Salomão oferece sacrifícios em Gibeão, Deus lhe aparece à noite, dizendo: “Pede! Que te devo dar?” Salomão pede conhecimento e sabedoria para governar o povo de Deus de modo correto. Por causa deste pedido altruísta, Deus promete dar a Salomão, não só sabedoria e conhecimento, mas também riquezas, bens e honra “tais como nenhum rei anterior a ti veio a ter, e tais como nenhum depois de ti virá a ter”. Tão grande é a riqueza que flui para a cidade que, com o tempo, Salomão faz que “a prata e o ouro em Jerusalém [se tornem] iguais às pedras”. 1:1, 7, 12, 15. Salomão recruta trabalhadores para a construção
da casa de Deus, e o Rei Hirão de Tiro coopera enviando madeira
e um artífice talentoso. ‘No quarto ano do reinado de Salomão’,
começa a construção, e esta é completada sete
anos e meio mais tarde. (3:2) Na frente do próprio templo há
um grande pórtico que se eleva a 120 côvados (53,4 m) de altura.
Há, diante do pórtico, duas imensas colunas de cobre, uma
chamada Jaquim, que significa “Que Deus Estabeleça Firmemente”,
e a outra chamada Boaz, que pelo visto significa “Em Força”. (3:17)
A casa em si é relativamente pequena, tendo 60 côvados (26,7
m) de comprimento, 30 côvados (13,4 m) de altura, e 20 côvados
(8,9 m) de largura, mas as paredes e o teto são revestidos de ouro;
o compartimento mais recôndito, o Santíssimo, é elaboradamente
decorado com ouro. Este contém também os dois querubins de
ouro, um em cada lado do recinto, cujas asas estendidas se tocam no centro.
Finalmente, depois de sete anos e meio de trabalho,
a casa de Deus é completada. (1 Reis 6:1, 38) O dia de sua inauguração
é ocasião para se colocar o símbolo da presença
de Deus dentro do recinto mais recôndito desse magnífico edifício.
Os sacerdotes levam “a arca do pacto de Deus para dentro, ao seu lugar,
ao compartimento mais recôndito da casa, ao Santíssimo, debaixo
das asas dos querubins”. O que acontece então? À medida que
os cantores e músicos levitas louvam e agradecem a Deus em cântico
unido, a casa se enche de uma nuvem, e os sacerdotes não agüentam
ficar ali para ministrar, porque “a glória do Senhor” enche a casa
do verdadeiro Deus. (2 Crô. 5:7, 13, 14) Assim, Deus mostra a sua
aprovação do templo e indica sua presença ali.
Será que Deus ouve esta oração
de Salomão? Assim que Salomão termina de orar, desce fogo
dos céus e consome a oferta queimada e os sacrifícios, e
“a própria glória de Deus” enche a casa. Isto impele todo
o povo a se prostrar e agradecer a Deus, “porque ele é bom, pois
a sua benevolência é por tempo indefinido.” (7:1, 3) Faz-se,
então, enorme sacrifício a Deus. A festa de dedicação
que dura uma semana é seguida pela Festividade do Recolhimento de
uma semana de duração e de um sábado de abstinência
de trabalho. Após esta celebração feliz e espiritualmente
fortalecedora de 15 dias, Salomão dispensa o povo para seus lares,
alegres e sentindo-se bem de coração. (7:10) Deus também
está satisfeito. Confirma novamente a Salomão o pacto do
Reino, advertindo ao mesmo tempo sobre as conseqüências funestas
da desobediência.
- Os reinados de Roboão e Abias (10:1-13:22).
O governo cruel e opressivo de Roboão, filho de Salomão,
provoca a revolta das dez tribos do norte, sob Jeroboão. Entretanto,
os sacerdotes e levitas de ambos os reinos tomam o partido de Roboão,
colocando a lealdade ao pacto do Reino acima do nacionalismo. Roboão
logo abandona a lei de Deus, e o Rei Sisaque, do Egito, invade, tomando
de assalto a Jerusalém e saqueando os tesouros da casa de Deus.
Quão triste é que, mal se haviam passado 30 anos desde sua
construção, estes belamente decorados edifícios são
despidos de sua glória! O motivo: a nação se tem “comportado
de modo infiel para com Deus”. Bem a tempo, Roboão se humilha, de
modo que Deus não traz a completa ruína sobre a nação.
12:2.
- O Rei Asa, temente a Deus (14:1-16:14). Abias
é sucedido por seu filho Asa. Asa é paladino da adoração
verdadeira. Faz campanha para purificar o país da adoração
de imagens. Mas, eis que Judá é ameaçado por uma força
militar sobrepujante de um milhão de etíopes. Asa ora: “Ajuda-nos,
ó Senhor, nosso Deus, porque em ti nos estribamos e em teu nome
viemos contra esta massa de gente.” Deus responde dando-lhe uma vitória
esmagadora. 14:11.
O bom reinado de Jeosafá (17:1-20:37). Jeosafá, filho de Asa, continua a combater a adoração de imagens e inaugura uma campanha educativa especial, os instrutores viajando por todas as cidades de Judá, ensinando o povo no livro da Lei de Deus. Segue-se um tempo de grande prosperidade e paz, e Jeosafá continua “a progredir e a tornar-se grande num grau superior”. (17:12) Mas, daí, faz aliança matrimonial com o iníquo Rei Acabe, de Israel, e desce para ajudá-lo a lutar contra o crescente poder da Síria, desconsiderando o profeta de Deus, Micaías, e escapando por um triz da morte quando Acabe é morto na batalha de Ramote-Gileade. Jeú, profeta de Deus, censura Jeosafá por unir forças com o iníquo Acabe. Depois disso, Jeosafá nomeia juízes em todo o país, instruindo-os a executar seus deveres no temor de Deus. Chega então o clímax do reinado de Jeosafá. As forças combinadas de Moabe, Amom, e da região montanhosa de Seir avançam contra Judá com poderio sobrepujante. Avançam em grande número através do ermo de En-Gedi. O temor se apodera da nação. Jeosafá e todo o Judá, com “seus pequeninos, suas esposas e seus filhos”, estão de pé perante Deus e o buscam em oração. O Espírito de Deus vem sobre Jaaziel, o levita, que clama às multidões reunidas: “Prestai atenção, todo o Judá e vós habitantes de Jerusalém, e Rei Jeosafá! Assim disse Deus: ‘Não tenhais medo nem fiqueis aterrorizados por causa desta grande massa de gente; pois a batalha não é vossa, mas de Deus. Descei amanhã contra eles. . . . Deus será convosco.’” Levantando de manhã cedo, Judá marcha, tendo os cantores levitas na liderança. Jeosafá os encoraja: “Tende fé em Deus . . . Tende fé nos seus profetas e mostrai-vos assim bem sucedidos.” Os cantores louvam alegremente a Deus, “pois a sua benevolência é por tempo indefinido”. (20:13, 15-17, 20, 21) Deus manifesta sua benevolência de modo maravilhoso, armando uma emboscada contra os exércitos invasores, de modo que se aniquilam mutuamente. Chegando à atalaia do ermo, os exultantes habitantes de Judá só encontram cadáveres. Deveras, a batalha é de Deus! Até o fim do seu reinado de 25 anos, Jeosafá continua a andar fielmente diante do Senhor. Os reinados maus de Jeorão, Acazias e
Atalia (21:1-23:21). Jeorão, filho de Jeosafá, começa
mal por matar todos os seus irmãos. Entretanto, Deus o poupa por
causa do Seu pacto com Davi. Edom começa a se revoltar. De algum
lugar, Elias envia uma carta, avisando a Jeorão de que Deus desferirá
grande golpe à sua casa e que ele terá uma morte horrível.
(21:12-15) Fiel à profecia, os filisteus e os árabes invadem
e saqueiam Jerusalém, e o rei morre duma repugnante doença
intestinal, após um reinado de oito anos.
- Os reinados de Jeoás, Amazias e Uzias começam bem, mas terminam mal (24:1-26:23). Jeoás reina por 40 anos, e enquanto Jeoiada vive para exercer boa influência, ele faz o que é correto. Até se interessa pela casa de Deus e manda reformá-la. Quando Jeoiada morre, porém, Jeoás é influenciado pelos príncipes de Judá a desviar-se da adoração de Deus para servir aos postes sagrados e aos ídolos. Quando o Espírito de Deus impele Zacarias, filho de Jeoiada, a repreender o rei, Jeoás manda que o profeta seja apedrejado até morrer. Logo depois, pequena força militar dos sírios invade, e o exército muito maior de Judá é incapaz de fazê-la retroceder, porque ‘abandonaram ao Senhor, o Deus de seus antepassados’. (24:24) Então, os próprios servos de Jeoás se insurgem e o assassinam. Amazias sucede a seu pai Jeoás. Começa
bem seu reinado de 29 anos, mas, mais tarde decai do favor de Deus por
estabelecer e adorar os ídolos dos edomitas. “Deus resolveu arruinar-te”,
adverte-lhe o profeta de Deus. (25:16) Entretanto, Amazias se torna jactancioso
e desafia Israel, ao norte. Fiel à palavra de Deus, ele sofre humilhante
derrota às mãos dos israelitas. Após tal derrota,
conspiradores se insurgem e o matam.
- Jotão serve a Deus (27:1-9). Dessemelhante de seu pai, Jotão não ‘invade o templo de Deus’. Em vez disso, ‘continua fazendo o que é direito aos olhos de Deus’. (27:2) Durante seu reinado de 16 anos, realiza muitas construções e tem êxito em derrotar uma revolta dos amonitas. O perverso Rei Acaz (28:1-27). Acaz, filho de Jotão, revela-se um dos mais perversos dos 21 reis de Judá. Vai ao extremo de oferecer seus próprios filhos como sacrifícios queimados a deuses pagãos. Conseqüentemente, Deus o abandona, por sua vez, aos exércitos da Síria, de Israel, de Edom e da Filístia. Assim, Deus humilha a Judá, porque Acaz ‘deixa aumentar o desenfreio em Judá, e age-se com grande infidelidade para com Deus’. (28:19) Indo de mal a pior, Acaz faz sacrifícios aos deuses da Síria porque os sírios se mostram superiores a ele na batalha. Fecha as portas da casa de Deus e substitui a adoração de Deus pela adoração de deuses pagãos. Nem um pouco prematuramente, o reinado de Acaz termina após 16 anos. - O fiel Rei Ezequias (29:1-32:33). Ezequias, filho de Acaz, reina 29 anos em Jerusalém. Seu primeiro ato é reabrir e reparar as portas da casa de Deus. Daí, reúne os sacerdotes e os levitas e lhes dá instruções no sentido de limparem e santificarem o templo para o serviço de Deus. Declara que deseja concluir um pacto com Deus para aplacar a Sua ira ardente. A adoração de Deus é retomada de modo grandioso. Planeja-se uma extraordinária Páscoa,
mas, visto não haver tempo para prepará-la no primeiro mês,
aproveita-se a provisão da Lei, de modo que é celebrada no
segundo mês do primeiro ano do reinado de Ezequias. (2 Crô.
30:2, 3; Núm. 9:10, 11) O rei convida, não só todo
o Judá para comparecer, mas também a Israel, e, embora alguns
em Efraim, Manassés e Zebulão zombem do convite, outros se
humilham e vão a Jerusalém junto com todo o Judá.
Após a Páscoa, realiza-se a Festividade dos Pães não
Fermentados. Que jubilante festividade de sete dias! Foi, deveras, tão
edificante, que toda a congregação estende a festividade
por mais sete dias. Há “grande alegria em Jerusalém, pois
desde os dias de Salomão, filho de Davi, rei de Israel, não
houve nada igual a isso em Jerusalém”. (2 Crô. 30:26) O povo
espiritualmente restabelecido passa a empreender vigorosa campanha para
acabar com a idolatria tanto em Judá como em Israel, ao passo que
Ezequias, de sua parte, restabelece as contribuições materiais
para os levitas e os serviços do templo.
Manassés e Amom reinam iniquamente (33:1-25). Manassés, filho de Ezequias, retrocede para o proceder iníquo de Acaz, seu avô, desfazendo todo o bem realizado durante o reinado de Ezequias. Reconstrói os altos, ergue os postes sagrados, e até sacrifica seus filhos a deuses falsos. Finalmente, Deus traz o rei da Assíria contra Judá, e Manassés é levado cativo a Babilônia. Ali se arrepende dos seus erros. Quando Deus mostra misericórdia, restituindo-o à realeza, ele se esforça a exterminar a adoração demoníaca e a restabelecer a religião verdadeira. Todavia, quando Manassés morre após um longo reinado de 55 anos, seu filho Amom ascende ao trono e defende outra vez, iniquamente, a adoração falsa. Depois de dois anos, seus próprios servos o matam. O reinado corajoso de Josias (34:1-35:27). O jovem Josias, filho de Amom, faz uma corajosa tentativa de restabelecer a adoração verdadeira. Providencia que os altares dos Baalins e as imagens entalhadas sejam demolidos, e conserta a casa de Deus, onde “o livro da lei de Deus, pela mão de Moisés”, sem dúvida o original, é encontrado. (34:14) Não obstante, o justo Josias é informado de que a calamidade sobrevirá ao país por causa da infidelidade já ocorrida, mas não nos seus dias. No 18° ano do seu reinado, ele programa notável celebração da Páscoa. Após um reinado de 31 anos, Josias morre numa inútil tentativa de impedir que as hostes egípcias passem pelo país a caminho do Eufrates. Jeoacaz, Jeoiaquim, Joaquim, Zedequias e a desolação
de Jerusalém (36:1-23). A perversidade dos últimos quatro
reis de Judá leva rapidamente a nação ao seu desastroso
fim. Jeoacaz, filho de Josias, governa apenas três meses, sendo removido
pelo Faraó Neco, do Egito. É substituído por seu irmão
Eliaquim, cujo nome é mudado para Jeoiaquim, em cujo reinado Judá
é subjugado pela nova potência mundial, Babilônia. (2
Reis 24:1) Quando Jeoiaquim se rebela, Nabucodonosor sobe a Jerusalém
para puni-lo, mas Jeoiaquim morre, depois de reinar 11 anos. É substituído
por seu filho Joaquim, de 18 anos. Após reinar por pouco mais de
três meses, Joaquim se rende a Nabucodonosor e é levado cativo
a Babilônia. Nabucodonosor coloca então no trono um terceiro
filho de Josias, Zedequias, tio de Joaquim. Zedequias reina pessimamente
por 11 anos, recusando ‘humilhar-se por causa de Jeremias, o profeta, às
ordens de Deus’. (2 Crô. 36:12) Havendo infidelidade em grande escala,
tanto os sacerdotes como o povo profanam a casa de Deus.
PROVEITO PARA OS NOSSOS DIAS. 2 Crônicas, fornece valiosas informações
suplementares que não se encontram nas outras histórias canônicas,
como por exemplo nos capítulos 19, 20 e ; 2 Crô. 29 a 31.
A matéria selecionada por Esdras frisou os elementos fundamentais
e permanentes da história daquela nação, tais como
o sacerdócio e seu serviço, o templo e o pacto do Reino.
Isto foi proveitoso para manter a nação coesa na esperança
do Messias e do seu Reino.
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